terça-feira, 27 de março de 2012

Prova Brasil x Saeb - Semelhanças e Diferenças



Semelhanças e diferenças

A Prova Brasil e o Saeb são dois exames complementares que compõem o Sistema de Avaliação da Educação Básica. Para saber mais sobre o assunto veja o quadro comparativo abaixo.
Dessa forma você vai entender melhor os pontos em comum e as diferenças entre as duas avaliações.
Prova Brasil
 
Saeb
A prova foi criada em 2005.
 
A primeira aplicação ocorreu em 1990.
A Prova Brasil avalia as habilidades em Língua Portuguesa (foco em leitura) e Matemática (foco na resolução de problemas)
 
Alunos fazem prova de Língua Portuguesa (foco em leitura) e Matemática (foco na resolução de problemas)
Avalia apenas estudantes de ensino fundamental, de 5° e 9° anos.
 
Avalia estudantes de 5° e 9° anos do ensino fundamental e também estudantes do 3º ano do ensino médio.
A Prova Brasil avalia as escolas públicas localizadas em área urbana e rural.
 
Avalia alunos da rede pública e da rede privada, de escolas localizadas nas áreas urbana e rural.
A avaliação é quase universal: todos os estudantes das séries avaliadas, de todas as escolas públicas urbanas e rurais do Brasil com mais de 20 alunos na série, devem fazer a prova.
 
A avaliação é amostral, ou seja, apenas parte dos estudantes brasileiros das séries avaliadas participam da prova.
Como resultado, fornece as médias de desempenho para o Brasil, regiões e unidades da Federação, para cada um dos municípios e escolas participantes.
 
Oferece resultados de desempenho apenas para o Brasil, regiões e unidades da Federação.
Parte das escolas que participarem da Prova Brasil ajudará a construir também os resultados do Saeb, por meio de recorte amostral.
 
Todos os alunos do Saeb e da Prova Brasil farão uma única avaliação.
 

segunda-feira, 26 de março de 2012

Alunos criticam excesso de conteúdo!

Geometria analítica, mecânica e povos mesopotâmicos. Mesmo nos melhores colégios de São Paulo, onde o foco no vestibular não exclui uma formação humanística, os alunos do ensino médio afirmam que grande parte dos assuntos parecem nada ter a ver, na prática, com seu cotidiano. "História e filosofia são distantes do nosso contexto de vida. A escola dá muita base para esse tipo de coisa e não dá para tecnologia, por exemplo, que tem tudo a ver com o que acontece hoje", diz André Hamada, de 16 anos, do Colégio Stockler. A "decoreba" e o aspecto abstrato de alguns conteúdos é uma das coisas que mais desagradam os estudantes. "Química fala muito de átomos. Tenho dificuldade para 'enxergar' o que o professor quer dizer", conta Stéphanie Faralli, de 17 anos, do mesmo colégio. É por esse motivo que as aulas práticas acabam sendo umas das preferidas. "Gosto das aulas de laboratório, onde posso ver e tocar nas coisas e posso vivenciar os conteúdo", conta Isabella Mazanoff, de 16 anos, aluna do Bandeirantes, sexto colocado entre as escolas paulistanas no Enem 2010. Para ela, a grade curricular não deveria ser a mesma para todo mundo. "Quem já tem alguns dons e já sabe o que quer deveria ser motivado nisso." O excesso de conteúdo também deixa os estudantes exaustos. "É muita coisa que a gente tem de dar conta. Estudamos um ano de óptica em física para responder a uma questão no vestibular, isso sem contar as fórmulas de química e os nomes de biologia que temos de decorar", conta Carolina Martines,
de 16 anos.
"É claro que, olhando de fora, é chato ficar sentado aqui o dia todo. Mas é nessa hora que bate o cansaço que a gente deve se perguntar o quanto queremos passar no vestibular. E mais: quem se dá melhor no mercado de trabalho hoje é quem é interdisciplinar. Temos de saber de tudo e sermos pessoas completas", diz ela, que já completou a carga horária com trabalho voluntário, handebol, iniciação científica e aulas de espanhol, tudo por meio da escola. Vinicius Fernandes, de 16 anos, destaca que apesar de alguns conteúdos se mostrarem "inúteis" à primeira vista e não agradarem, aprendê-los ajuda a formar uma base intelectual que pode ser usada para o resto da vida. / M.M. 

Estudantes na BA serão monitorados por chip

Estudantes na BA serão monitorados por chip 
TIAGO DÉCIMO - Agência Estado



Fonte: Barroquinha News

Vitória da Conquista (BA) vai ser a primeira cidade do País a monitorar seus estudantes por meio de chips eletrônicos, que vão avisar pais e responsáveis sobre a frequência dos estudantes nas escolas. Os Uniformes Escolares Inteligentes foram apresentados terça-feira pela Secretaria de Educação do município. Eles trazem o chip instalado no escudo da escola ou na manga da camisa. Com a tecnologia de Rádio-Frequência de identificação (RFID), os chips serão identificados por sensores instalados na entrada das escolas. Imediatamente, o sistema da escola e os celulares cadastrados pelos pais ou responsáveis pelos estudantes receberão uma mensagem, comunicando a chegada ou saída do aluno da instituição. Segundo o secretário de Educação do município, Coriolano Moraes, o investimento na tecnologia foi de R$ 1,2 milhão e contemplará, a partir da próxima semana, alunos de 25 escolas municipais, das 203 da rede. A expectativa é que todos os 43 mil estudantes da rede, de  entre 6 e 14 anos, tenham os novos uniformes até o ano que vem. "Além de promover o melhor controle da frequência escolar, este é um projeto que reaproxima os pais do ambiente escolar", acredita o gestor. "Notamos ao longo dos anos que muitos pais ficavam surpresos quando as escolas informavam a baixa frequência de seus filhos às aulas", afirma Moraes. "Com o novo sistema, vamos intensificar o controle sobre os estudantes, evitando que eles fiquem nas ruas", acrescentou.





quarta-feira, 21 de março de 2012

SUPERAMOS A MARCA DE 1000 ACESSOS!!!

Nesta manhã de quarta-feira (21/03) o Blog Olhar pedagógico superou a marca de 1000 acessos, provando sua utilidade para o meio acadêmico e comprovando também que você é a peça fundamental neste processo.
Obrigado por fazer parte desta família  PEDAGÓGICA que busca estar atualizado e informado para a melhoria da educação!!!

terça-feira, 20 de março de 2012

MEC anuncia avaliação nacional da alfabetização!


MEC anuncia avaliação nacional da alfabetização

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta segunda-feira criação de uma prova nacional para medir o grau de alfabetização de crianças de 7 e de 8 anos. O exame, que será aplicado para todos os estudantes a partir do ano que vem, será uma ampliação da Provinha Brasil, que avalia o estágio de alfabetização e de conhecimentos básicos de matemática de estudantes do 2º ano do ensino fundamental.

“A Provinha Brasil é amostral. Nós faremos um exame nacional para ver a qualidade do letramento”, disse Mercadante, que participou de um debate promovido pelo Lide, Grupo de Líderes Empresariais, na zona sul de São Paulo. No evento, o ministro disse que a garantia de alfabetização na idade correta, até 8 anos, é a grande prioridade da sua gestão. “O exame será para todas as crianças. Tem custo? Tem. Mas é muito menor que o da ignorância”.
Mercadante quer usar o desempenho dos estudantes no exame de alfabetização no Escola Sem Fronteiras, programa que vai oferecer bolsas de estudo em colégios privados de referência, como o Pedro II, do Rio, para professores cujos alunos de destacaram na avaliação. O outro indicador para selecionar professores do Escola Sem Fronteiras será o desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O ministro disse que professores com desempenho excepcional podem ganhar bolsas de estudo no exterior.
“Já recebemos uma proposta da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e estamos discutindo com secretários de Educação, porque isso tem de ser feito em parceria. Quem administra a rede são Estados e municípios”, disse Mercadante. “Estamos chamando os secretários para participar do desenho do programa, da modelagem. Na quinta-feira haverá uma oficina dos secretários para que em conjunto a gente consiga fechar a proposta”.