quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Estudar faz pessoas serem mais felizes e viverem mais!


Estudar faz pessoas serem mais felizes e viverem mais
REDACAONARUA - DO *PORVIR - PORTAL APRENDIZ - 08/02/2013 - SÃO PAULO, SP
Um estudo recente sobre aspectos da educação mostra que quem estuda mais tende a ser mais feliz e ter uma expectativa de vida maior. O levantamento What are the social benefits of education? (Quais são os benefícios sociais da educação?, em tradução livre) foi produzido pela OCDE(Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e realizado em 15 países membros da organização – do qual o Brasil não faz parte. “A educação ajuda as pessoas a desenvolver habilidades, melhorar a sua condição social e ter acesso a redes que podem ajudá-las a terem mais conquistas sociais”, dizem os autores da pesquisa.
Segundo o estudo, as pessoas que estudam mais são mais felizes porque tem maior satisfação em diferentes esferas de sua vida. Esse nível de satisfação pessoal é de, em média, 18% a mais para que têm nível superior em relação àquelas que pararam no ensino médio.
Em relação ao aumento da expectativa de vida, o estudo mostra que um homem de 30 anos, por exemplo, pode viver mais 51 anos, caso tenha formação superior, enquanto aquele que cursou apenas o ensino médio viveria mais 43, ou seja, oito anos menos. Essa disparidade é mais acentuada na República Tcheca, onde os graduados podem viver 17 anos a mais. Já os portugueses, asseguraram a diferença mais baixa, apenas 3.
O estudo, divulgado no fim do mês passado, encerra a Education Indicators in Focus, série composta por 10 estudos, apresentados ao longo de janeiro de 2012 a janeiro de 2013, que destacam diferentes aspectos educacionais avaliados da educação básica ao ensino superior. Entre eles, como a crise global afeta as pessoas com diferentes níveis de escolarização, quais países estão dando suporte ao acesso ao ensino superior e qual a variação no número de alunos ao redor do mundo. Os interessados em acompanhar as pesquisas podem acessá-las gratuitamente on-line em três versões: inglês, espanhol e francês.No caso das mulheres, a diferença não é tão acentuada: a expectativa média de vida é de quatro anos a mais para as universitárias. À frente desta tabela estão as nascidas na Letônia, que vivem quase nove anos mais do que as compatriotas que interromperam os estudos no antigo segundo grau.
Em outro capítulo desse mesmo levantamento, realizado com um grupo de 27 países, a OCDE chegou à conclusão de que 80% dos jovens com ensino superior vão às urnas, enquanto o número cai para 54% entre aqueles que não têm formação superior. Os adultos mais escolarizados também são mais engajados quando o assunto é voluntariado, interesse político e confiança interpessoal. “A educação tem o potencial de trazer benefícios para as pessoas e para as sociedades, e isso vai muito além da contribuição para a empregabilidade dos indivíduos ou de renda”, afirma os autores da pesquisa, que enfatiza ainda a importância do Estado. “Os políticos devem ter em conta que a educação pode gerar benefícios sociais mais amplos desde que haja mais investindo em políticas públicas”.
Sala de aula
Nos países da OCDE, a quantidade média de alunos em sala de aula é de 23, embora o número varie de acordo com cada país. Na Coreia e no Japão chega a 32; enquanto na Eslovênia e Reino Unido não passa de 19 por classe, segundo mostra o estudo How Does Class Size Vary Around the World? (Como a sala de aula varia ao redor do mundo?, em tradução livre), divulgado em novembro de 2012. A pesquisa mostra que entre 2000 e 2009 muitos países investiram recursos adicionais para diminuir o número de estudantes em sala de aula, no entanto, o desempenho melhorou em apenas alguns deles. “Reduzir o tamanho da turma não é, por si só, uma alavanca política suficiente para melhorar o rendimento dos sistemas de ensino, mas, sobretudo, priorizar a qualidade dos professores em relação ao tamanho da classe”, aponta a pesquisa.
*Fazem parte do Redação na Rua os sites Catraca Livre, Guia de Empregos, Portal Aprendiz, Porvir e VilaMundo

Chega de Descanso! Volta as Aulas...



A turma do 5º período de Pedagogia retornou as atividades em sala após o feriado de Carnaval com estudos sobre a Educação Inclusiva.
A professora Lidineia, responsável pela disciplina, abre as discussões lendo um texto que traz a tona a importância de trocar um abraço e todos da sala "matam" a saudade uns dos outros.
Os temas abordados foram INCLUSÃO, EDUCAÇÃO ESPECIAL, DEFICIÊNCIA e PRECONCEITO.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A indisciplina na escola é um problema de todos nós?


`A indisciplina na escola é um problema de todos nós`
SILVIA GASPARIAN COLELLO - UOL EDUCAÇÃO - 29/01/2013 - SÃO PAULO, SP

A indisciplina nas escolas brasileiras é um fato. Alastrando-se em diferentes instituições e segmentos do ensino, a falta de limites, o desrespeito e as ocorrências de violência e vandalismo são queixas que se multiplicam entre pais, professores e gestores. Mas, afinal, de quem é o problema e como lidar com ele?
Quando a indisciplina é encarada como um monólito, ou seja, como um bloco de ocorrências uniforme e incompreensível, resta apenas o perverso jogo de culpabilização: as escolas criticam os pais `que não educam os filhos`; os professores incriminam os alunos `carentes e desequilibrados` e as famílias culpam o `ensino de baixa qualidade`. Muitos apontam para a `a crise de valores, um mal do nosso tempo`.
Nesses casos, pouco pode ser feito, exceto defender-se das acusações, conformar-se com o `inevitável` e remediar a situação em âmbitos específicos: o professor tenta controlar a classe, o aluno suporta o bullying dos colegas, os pais repreendem o filho rebelde. Cada um lidando solitariamente com a situação, como se o problema fosse pessoal. Pior que isso, nem sempre sabem o que fazer.
Se, por outro lado, a indisciplina fosse compreendida na sua complexidade, entendendo-se, em cada caso, a conjugação de fatores sociais, institucionais, pedagógicos, afetivos e relacionais, o desafio poderia ser enfrentado na parceria responsável entre famílias, escolas e poder público. Um enfrentamento capaz de lidar com a gênese do problema (e não só com seus efeitos), articulando o projeto educativo à formação ética dos alunos.
Assim, a disciplina deixaria de ser um requisito para a eficiência escolar, passando à meta do projeto pedagógico, tão legítima quanto ensinar conteúdos.
Enfrentar a indisciplina requer medidas conjugadas em diferentes planos de intervenção. Na esfera sociopolítica, cabe o investimento na valorização da vida, do trabalho, da educação e da escola.
No que tange a cultura, importa promover a democratização dos bens culturais, fomentando iniciativas de lazer, esporte e inserção social da juventude. No âmbito escolar, é preciso não só cuidar da formação dos professores, como também fortalecer o projeto pedagógico a partir de sólidas diretrizes para a formação humana.
A cooperação entre pais e educadores é, igualmente, indispensável para a reconfiguração da vida estudantil, pois a negociação de metas e linhas de conduta favorece a educação em valores e a conquista da postura crítica entre os alunos.
Sob essa ótica, talvez, a questão possa ser respondida de modo mais efetivo: a indisciplina na escola é um problema de todos nós.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

INSCRIÇÕES DO PROUNI ABERTAS NESTA QUINTA DIA 17/02


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Estão abertas as inscrições para o Sisu 2013 – Faça já a sua!


Estão abertas as inscrições para o Sisu 2013 – Faça já a sua!

Em Sisu 2013 | 
Conforme anunciado anteriormente pelo Ministério da Educação (MEC), a partir desta segunda-feira (7) estão abertas as inscrições par Sisu 2013, para fazer sua inscrição no Sisu 2013 o interessado deverá acessar o site sisu.mec.gov.br, o prazo para as inscrições termina dia 11 deste mês. Saiba quem pode se inscrever no Sisu e qual é a diferença entre o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) e o Programa Universidade Para Todos (ProUni) entre outras dúvidas.
Abertas inscrições SIsu 2013/1

Quem pode se inscrever no Sisu 2013?

Qualquer pessoa que tenha feito o Enem 2012 poderá se inscrever no Sistema de Seleção Unificada 2013, diferentemente do Prouni que exige que o candidato preencha alguns critérios socioeconômicos, como por exemplo ter estudado em escola pública, no Sisu não existe esse tipo de regra. Também diferentemente do Prouni 2013, que exige uma nota mínima de 450 pontos, o Sisu não exige uma nota mínima para a inscrição, basta que o candidato não tenha zerado a prova de redação. As inscrições são feitas exclusivamente pela internet no endereço sisu.mec.gov.br, o cronograma do programa, com a data dos resultados e chamadas, está no mesmo endereço e dever ser consultado posteriormente para o candidato saber se conseguiu a vaga.

Qual a diferença entre Sisu e Prouni?

A principal diferença é que o Sisu seleciona estudantes para vagas em universidades federais e o Prouni seleciona estudantes para bolsas de estudo em faculdades particulares. Enquanto todas as vagas do Sisu são gratuitas, as bolsas do Prouni podem ser gratuitas (bolsas de 100%), ou podem ser parciais (bolsas de 50%), onde o estudante paga somente metade do curso.

Posso me inscrever nos dois, Sisu 2013 e Prouni 2013?

Sim, o interessado poderá fazer sua inscrição tanto no Sisu 2013 como no Prouni 2013, aumentando as suas chances de conseguir uma vaga em um curso superior. Evidentemente, para isso o candidato precisa se encaixar nos critérios estabelecidos pelo Prouni 2013, como os critérios socioeconômicos e a pontuação mínima na nota média geral das provas do Enem 2012 de 450 pontos. Caso consiga um vaga no Sisu e uma bolsa no Prouni deverá optar por somente uma das duas, pois é proibido cursar nas duas vagas obtidas concomitantemente.

Já tenho um curso superior, posso me inscrever no Sisu?

Sim, diferentemente do Prouni, que só consegue vaga que não tem nenhum curso superior, no Sisu o candidato pode conseguir uma vaga mesmo que já tenha algum curso superior.

O Sisu oferece sistema de cotas? Como funciona?

Sim, a Lei nº 12.711/2012 (Lei de Cotas) determina que universidades federais terão vagas reservadas a candidatos oriundos de escolas públicas. Pode existir também um sistema de cotas próprio de cada universidade. Assim, no momento da inscrição o candidato deverá selecionar se pretende entrar pela ampla concorrência, pela Lei de Cotas ou pelas políticas afirmativas da própria universidade. O candidato que optar por uma dessas opções, estará concorrendo somente com os outros alunos que também optaram por essa opção.

É mais fácil conseguir uma bolsa no Prouni ou uma vaga no Sisu?

Não é possível afirmar, mas é bastante provável que seja mais fácil conseguir uma bolsa pelo Prouni do que pelo Sisu, geralmente as notas de corte são mais baixas no Prouni talvez pelo fato de que a população dê mais preferência as universidades públicas em detrimento das faculdades particulares, assim a concorrência aumenta no Sisu e diminui no Prouni.

Qual é uma boa nota pra passar no Sisu 2013?

Não há regra, mas na maioria dos curso é possível conseguir uma vaga entre 600 a 700 pontos, um curso concorrido como medicina exige cerca de 800 pontos, em alguns cursos menos concorridos pode ser possível conseguir uma vaga com menos de 600 pontos. Aqui você pode ver as notas de cortes do Sisu 2012 com base nos resultados do Enem.
No site do Sisu os candidatos podem tirar dúvidas, consultar ocronograma ou entrar em contato com o Sisu. Também é possívelconsultar as vagas oferecidas nos diversos campus de universidades federais de cada estado